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STEAM: a metodologia que traz tecnologia e melhora o ensino nas escolas particulares

STEAM: a metodologia que traz tecnologia e melhora o ensino nas escolas particulares

16 de maio de 2022

Se você é da área da educação certamente já ouviu falar em STEAM. A sigla, composta pelas áreas de Ciências da Natureza, Tecnologias, Engenharias, Artes e Design e Matemática surge como um reflexo da transformação do ensino em diversas escolas particulares brasileiras, configurando, principalmente, as mudanças que a sociedade tem vivido.

O STEAM tem como proposta estimular os alunos a desenvolverem soluções criativas para problemas reais, motivando a investigação, pesquisa, trabalho colaborativo e em grupo, tudo sempre orientado pelos professores.                                                                                                                 

Em entrevista para a revista Educação, a coordenadora do Colégio Bandeirantes de São Paulo, Mariana Lorenzin destaca: “Acredito que o ponto chave é entender a realidade de cada contexto e, a partir da mediação do professor, ter um atendimento mais personalizado e próximo aos estudantes. O que posso afirmar é que apesar do cenário desafiador, tiramos grandes aprendizados. É preciso aproveitar as possibilidades desse momento para valorizar a interação e a colaboração no processo de aprendizagem, fortalecer o papel dos professores como mediadores e utilizar os recursos da tecnologia para romper as barreiras de tempo e espaço.”

Outra escola que apostou na metodologia STEAM foi o Colégio Singular. Em entrevista ao RDtv, o diretor de vestibulares, Paulo Roberto de Francisco comentou sobre o novo modelo adotado: “Sai da situação tradicional que tudo gira em torno do professor e o aluno passa a ser protagonista”, explica. “Dessa forma, os professores participam junto, mas entram na interdisciplinaridade, pois as questões que misturam.”

O modelo STEAM tem referências mundiais. A metodologia é bem forte nos Estados Unidos, desde a década de 1990, e grande responsável pelos excelentes números que o país sempre demonstrou a níveis educacionais.

Paulo Roberto de Francisco afirma que mesmo com a demora para a implementação da metodologia no Brasil, já foi possível desenvolver e ter avanços: “A aula expositiva não acabou e nem tem como acabar, mas vai haver uma mudança com os professores que ainda precisam ser treinados”, afirma. Além disso, o  professor lembra que o STEAM não abrange todas as matérias, mas o aluno passa a ter atuação mais ativa nas disciplinas. 

Com a tecnologia cada vez mais em evidência é essencial que as escolas busquem inovações com o objetivo, principalmente, de melhorar a educação e o processo de aprendizagem dos alunos. Apesar das dificuldades trazidas pela pandemia, é possível ver um movimento de educadores e pessoas engajadas na educação, dispostas a mudar a realidade do Brasil.

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